quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

UMA IGREJA E AS FINANÇAS MUNDIAIS

Já pensou na possibilidade de uma Igreja controlar ou direcionar as finanças de todos os países do mundo ou da maioria destes através de uma instituição financeira? Como assim, perguntas.

Pensou na alternativa de recuperar ou tentar recuperar o mundo em suas crises econômicas, com distribuição de renda igualitária, socorro nas situações de “quebra” do país, taxações pré-definidas de cambio entre as moedas mundiais, e outras situações que envolvem dinheiro, sendo uma Igreja a coordenadora subliminar das soluções através de um Banco Mundial que atenda às necessidades de todos os países?

Se ainda não pensou, perdeu tempo, porque o Vaticano já pensou e publicou um documento em seu site oficial intitulado "Por uma reforma do sistema financeiro e monetário internacional na perspectiva de uma autoridade pública com competência universal", apresentado pelo cardeal Peter Turkson, presidente do Conselho Pontifício Justiça e Paz.,  datado de 24/10/2011. (No documento, o Vaticano assinala que os estados devem ceder de forma gradual e equilibrada uma parte de suas atribuições nacionais a uma Autoridade Mundial). Veja aqui o documento na íntegra.


Sei que essa notícia já é passado, mas nesses últimos dias é que ocupei minha “Mente Pensante” com esse assunto, e concluí que é um bom tema para analisarmos aqui nesse espaço que procura interligar Bíblia, economia, finanças e etc.

Infelizmente, tenho que informar que, nunca na história desse planeta, houveram consequências positivas para o cristianismo, nas vezes em que o poder político e o poder religioso tiveram suas alianças fortificadas.

Bem, podemos questionar o que tem a ver economia com poder político. Tem tudo a ver! Somente poderá essa igreja obter o controle financeiro se houver concessão de autonomia do poder político para isso. E como isso poderá se tornar possível? Pensemos...

Para um país conceder o controle financeiro para outro comandar, pode acontecer nos casos de, o próprio governo não ter habilidade nem dinheiro para resolver as questões de “crises”. Quando se está numa crise é necessário pedir ajuda. Qual organização no mundo possui mais dinheiro que a igreja que se autodenomina a Mãe do Cristianismo? Se essa igreja tem dinheiro ela pode trocá-lo por apoio político e até mesmo pode exigir que o povo siga seus ditames. O que dirá então se essa igreja dominar uma entidade econômica mundial para sanar as situações de todos os países. É muito poder!

Essas abordagens são meramente suposições e conjecturas, mas será que são devaneios de minha mente?

Avaliemos a história.

Abaixo relaciono alguns acontecimentos, sem aprofundar-me muito, os quais são consequência da união entre a Igreja e o Estado (poder político e econômico):



1)      Crucifixão de Jesus Cristo.

2)      Perseguição de Saulo à igreja cristã primitiva.

3)      A “Santa Inquisição”.

4)      A Perseguição aos protestantes nos Século XVI e XVII.

5)      Constantino, imperador romano, no Século IV, ano 321 D.C., uniu o Estado e a Igreja e alterou os seguintes ritos e crenças que não encontram apoio bíblico:

a.       “Mudou” a guarda do sábado para o domingo – Ano 321 D.C.. (Sunday – Dia do sol, venerado pelos pagãos – para assim unir cristãos e pagãos).

b.      Autorizou o batismo de bebês – Ano 400 D.C.

c.       Divulgou a crença do inferno e do purgatório.

d.      Adoração de relíquias e imagens – Ano 350 D.C.

e.      Instituiu a confissão auricular.

f.        Difundiu o Dogma da transubstanciação.



“Os dignitários da Igreja e do Estado unir-se-ão para subornar, persuadir ou forçar todas as classes a honrar o domingo. A falta de autoridade divina será suprida por legislação opressiva. A corrupção política está destruindo o amor à justiça e a consideração para com a verdade; e mesmo na livre América do Norte, governantes e legisladores, a fim de conseguir o favor do público, cederão ao pedido popular de uma lei que imponha a observância do domingo. A liberdade de consciência, obtida a tão elevado preço de sacrifício, não mais será respeitada. No conflito prestes a se desencadear, veremos exemplificadas as palavras do profeta: "O dragão irou-se contra a mulher, e foi fazer guerra ao resto da sua semente, os que guardam os mandamentos de Deus, e têm o testemunho de Jesus Cristo." Apocalipse 12:17”. O Grande Conflito – Pág. 592.


Qual país encontra-se numa crise econômica há muitos anos e não vê solução? Chama-se Estados Unidos da América do Norte! Serão estes que pedirão apoio à Igreja para então disponibilizar toda a sua influência mundial e poder bélico para cumprir a vontade da Igreja em todo o planeta?


Deus o abençoe e lhe dê o colírio necessário (Espírito Santo) para que vejas os passos da Igreja e o Estado unidos e suas consequências para cada um de nós.

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